Freud e a escrita – criatividade e função alfa

escrita

 

Escrevi o artigo abaixo à coisa de um ano. A intenção inicial era enviá-lo para publicação em revistas da área, daí o estilo um pouco mais ‘árido’. Entretanto, enviado o texto, a publicação não veio… Então, para não desperdiçar o labor, publico-o aqui sem alterações.

 

Resumidamente, tentei relacionar o estilo de escrita de Freud com a clínica psicanalítica. Quem leu Freud sabe que ele é bom de ler, ele nos cativa, nos seduz, e essa sedução – como transferência – tem um papel importante na clínica. Seria, portanto, uma característica da pessoa Freud, esse modo ‘sedutor’, íntimo, nas relações (clínicas e textuais)? Em todo caso, arrisquei também uma aproximação entre esse modo de ser e a ‘função alfa’ bioniana, tentando argumentar que a mesma criatividade e receptividade que Freud mostrou na escrita estaria também na base da clínica. Em resumo, Freud e Bion se encontrariam pela aposta na capacidade terapêutica das relações humanas.

 

***

 

  1. Freud escritor

Comentando o caso de Elisabeth Von R. nos “Estudos sobre a Histeria”, Freud confessava que

“Como outros neuropatologistas, fui preparado para empregar diagnósticos locais e eletroprognósticos, e ainda me causa estranheza que os relatos de casos que escrevo pareçam contos […] A verdade é que o diagnóstico local e as reações elétricas não levam a parte alguma no estudo da histeria, ao passo que uma descrição pormenorizada dos processos mentais, como as que estamos acostumados a encontrar nas obras dos escritores imaginativos, me permite, com o emprego de algumas fórmulas psicológicas, obter pelo menos alguma espécie de compreensão sobre o curso dessa afecção”. (FREUD, 1895, pg 183)

Somos assim apresentados a um Freud escritor, um Freud artista, que utiliza a arte em apoio da ciência para obter “pelo menos, alguma espécie de compreensão”. Esse aspecto do pai da psicanálise foi reconhecido por muitos, e o Prêmio Goethe de literatura, concedido a Freud em 1930, talvez seja o exemplo maior desse reconhecimento.

Comentando esse aspecto do pai da psicanálise, Paulo César de Souza argumenta que

“A conquista do prêmio […] causaria uma impressão maior que qualquer testemunho. Confirmando, talvez, mais uma vez, o dito de que “a fama é a soma dos mal-entendidos em torno de um nome”, despertaria interpretações variadas e até mesmo opostas. Pois alguns viram nela o indício de que os méritos de Freud […] eram sobretudo ou exclusivamente literários […] enquanto outros chegaram a negar resolutamente que o prêmio Goethe fosse literário”. (SOUZA, 2010., pgs 23/24)

Em outras palavras, a “fama” de Freud como escritor (para alguns, já se vê, má fama…), levaria ao eterno mal-entendido acerca dos limites daquilo que é científico e daquilo que é literário (ou artístico). Discussão antiga, que parte do pressuposto de que a ciência faz-se sem literatura, e a literatura, sem ciência. Ciência e literatura, opostos excludentes que Freud, já em seus primeiros textos, tratava de utilizar juntos.

Seria essa união casual? Para Souza, uma das especificidades da escrita de Freud estaria justamente na aproximação desses extremos, na porosidade que Freud dava à linha que os separa[1]. Critica, nesse contexto, comentadores como Shönau, por pretenderem “enquadrar” o estilo freudiano numa divisão muito rígida entre uma prosa científica (denotativa) e uma literária (conotativa)[2].

2. O estilo freudiano

Passemos à análise da forma como Freud escreve, isto é, daquilo que caracterizaria o estilo freudiano. Para Souza, uma das características da escrita freudiana é o permanente diálogo com o leitor, a camaradagem, por assim dizer, que Freud estabelece com aquele que o lê:

“Um traço marcante do prosador Freud é a relação de camaradagem, quase de cumplicidade, que logra estabelecer com o leitor. […] A consideração pelo leitor se evidencia no tato em distinguir esses graus de conhecimento [i.e, o conhecimento prévio do leitor], e no fato de se pôr no lugar do leitor, antecipando suas dúvidas e objeções, adivinhando o que lhe vai na cabeça.” (Souza, 2010, pgs 31/32)

Essa camaradagem praticamente se confunde com cuidado, consideração; Freud respeita seu leitor, seja pelo tato em lidar com aquilo que pode ser considerado ‘conhecimento prévio’ – em uma disciplina tão nova e contestada quanto a psicanálise -, seja pela liberdade e independência que lhe concede. Exemplos disso são as constantes tiradas do tipo: “receio que também neste ponto a crença do leitor me abandone”[3], onde vemos Freud jogar com a simpatia do leitor – que sente-se livre para discordar, mas também mais próximo do autor justamente pela liberdade concedida.

Juntas, camaradagem e consideração inspiram confiança nos leitores do texto freudiano, ainda mais porque, como nota Souza, é comum ver Freud tomá-los como “confidentes de suas dúvidas e hesitações”[4]. Como consequência, a distância entre leitor e escritor é suprimida. Freud aproxima-se de seu leitor, mais ou menos como fazia Charcot, de quem Freud admirava justamente a franqueza, a clareza, a falta de subterfúgios (Freud, 1893, pg 27).

A soma de tudo isso faz pensar que a escrita freudiana tem algo de sedutora. Ela convidaria à identificação, conquistando o leitor, para além dos argumentos, também pela emoção.

Seria realmente assim? Em todo caso, assim pensam alguns comentadores. Roustang, por exemplo, aproxima o estilo franco de Freud à fala do analisando[5], como se ao escrever Freud oferecesse seus pensamentos ao leitor convidando-o a compartilhar o lugar de analista. No entanto, o “leitor-analista”, seduzido pela camaradagem, nem sempre conseguiria manter-se independente frente ao “autor-paciente”.

Mezan, na mesma linha, comenta: “Não podemos deixar de observar, ainda que de passagem, que o extraordinário talento de Freud como escritor contribuiu em medida nada desprezível para a divulgação e aceitação final de suas ideias”[6]. Ainda nesse contexto, em um comentário ao livro de Mahony, “Freud as a writer”, Souza nota que

“Tudo somado, o impacto estético-iluminista da leitura de Freud é de tal ordem, que nos arriscamos a aceitar in totum o que ele diz, e nos inclinamos a ter como verdades o que ele apresenta como hipóteses. Mahony crê que em virtude disso passaram-se décadas até os psicanalistas notarem deficiências gritantes em alguns casos clínicos, sobretudo no ‘Caso Dora’.” (SOUZA, pg 63/64)

Outro exemplo ainda é o de Holt, que sugere “Cautela com o poder de persuasão de Freud. […] Embora frequentemente ele tivesse razão, nem sempre era pelos motivos que dava”[7].

Talvez não seja excessivo, portanto, dizer que o texto freudiano instaura uma transferência específica com o leitor (se é que se pode falar em “transferência” em relação a um texto). Freud conseguiria, assim, envolver, seduzir aquele que lê[8], convidando-o para o seu lado na disputa; e o leitor, muitas vezes, seduzido, acaba por deixar-se levar. Não por acaso é difícil criticar Freud. A ordem, a clareza, a concisão, a beleza das imagens, aliadas à camaradagem, a franqueza, a falta de cerimônia e o humor, tudo isso nos hipnotiza, por assim dizer, e nos deixamos levar. Não é que faltem ideias, argumentos, lógica. Mas elas são auxiliadas pela paixão, pelo amor, pela emoção.

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No entanto, é preciso reconhecer também a prudência e a honestidade intelectual de Freud. Como nota Souza, a língua alemã é rica em palavras que matizam ou modulam o sentido das afirmações, e

“Devido a esses moduladores de sentido, o texto de Freud está sempre se movendo entre “níveis de certeza”. O autor como que sinaliza o grau de segurança do terreno em que pisa. No entanto, às vezes tradutores e intérpretes não se apercebem desses sinais, de modo que as traduções ou comentários podem não reproduzir a flexibilidade, o espaço concedido à dúvida – em suma, a natureza de ensaio do que é pensado.” (Souza, pg 34)

Assim, embora sedutora, a escrita freudiana teria também algo de emancipadora. Pois, embora utilize a emoção como um argumento a mais na conquista do leitor, encaminha essa conquista para a dúvida, o ensaio, a tentativa. Numa palavra, essa escrita teria o poder de “capturar” e direcionar o leitor não apenas para seus resultados mas também e fundamentalmente para problemas – o problema do sexual, o problema do sentido dos sonhos, dos atos falhos…

Diante desses problemas Freud sugere soluções, respostas, que não são dogmas, mas tentativas, hipóteses. Tanto é assim que mudaram muitas vezes ao longo da vida do autor, geralmente em função de novas questões.

A “sedução”, a arte na escrita, fica portanto a serviço do progresso do conhecimento, isto é, da ciência. Poderíamos resumir tudo dizendo que o texto freudiano utiliza a arte como auxiliar no avanço do conhecimento científico.

* * * *

3. Clínica e arte

A arte como auxiliar no avanço do conhecimento… com isso não estamos próximo de definir a clínica psicanalítica? É certo que ali não se trata especificamente ou unicamente de conhecimento, muito menos de conhecimento científico. Mas descobre-se sempre algo na clínica – há um ganho de conhecimento ou auto-conhecimento – e essa descoberta é alcançada através da transferência, isto é, da relação estabelecida com o analista – com arte, sedução… Nesse sentido, o estilo de escrita de Freud e aquilo que fundamenta a clínica se aproximam.

Mais uma vez vemos, então, arte e ciência trabalhando juntas na obra freudiana.

Algo semelhante reencontramos nos escritos finais de Freud, que em “Construções em análise” reconhecia na criação uma parte essencial da análise. Cito:

“Qual é, então, sua tarefa [do analista]? Sua tarefa é a de completar aquilo que foi esquecido a partir dos traços que deixou atrás de si ou, mais corretamente, construí-lo. A ocasião e o modo como transmite suas construções à pessoa que está sendo analisada, bem como as explicações com que as faz acompanhar, constituem o vínculo entre as duas partes do trabalho de análise, entre o seu próprio papel e o do paciente.” (FREUD, 1937, pg 276. Grifo nosso)

Vemos novamente o Freud “artista” atuando em auxílio do Freud “cientista”. Diante do vazio ou da fixação criada pela repressão, caberia ao analista criar uma ponte entre o reprimido e o presente, liberando o caminho para novos circuitos pulsionais. Mas como saber se essa “ponte criativa” é exata? O mais importante, diz Freud, não é sua exatidão, mas seu poder de provocar movimento. Pois mesmo que o analista ofereça uma criação falsa,

“o que realmente ocorre em tal caso é antes o fato de o paciente permanecer intocado pelo que foi dito e não reagir nem com um ‘sim’ nem com um ‘não’. Isso tem possibilidade de não significar nada mais senão que sua reação é adiada; se, porém, nada mais se desenvolve, podemos concluir que cometemos um equívoco.” (FREUD, 1937, pg 280. Grifo nosso)

Ou seja, o fato de algo desenvolver-se, a capacidade de produzir material novo, seria o verdadeiro critério para o “acerto” de uma construção. Produtividade ao invés de veracidade (detalhe que isso responde à crítica do “Anti-Édipo”, de Deleuze e Guattari, relativa ao inconsciente como produção, e não como teatro, com quase 40 anos de antecedência).

Seria este o sentido do uso da arte ou da transferência em Freud? Uma forma de pôr em movimento a pulsão, os afetos, direcionando-os para novos objetos, diferentes suportes, hipóteses, comportamentos… Isto é, a sedução, no texto ou na análise (via transferência) teria o fim único de fazer algo se movimentar em direção à novas configurações? Novas ideias, dúvidas, respostas, no caso do texto, e novos objetos, comportamentos, defesas, no caso da clínica?

* * * *

4. A criatividade e saúde

Um apoio indireto à essa aproximação nos vem do próprio Freud, quando propõe que a criação exerce um papel terapêutico, expandindo a psique não só em termos de conhecimento mas também de saúde. Diz Freud:

“Os delírios dos pacientes parecem-me ser os equivalentes das construções que erguemos no decurso de um tratamento analítico — tentativas de explicação e de cura, embora seja verdade que estas, sob as condições de uma psicose, não podem fazer mais do que substituir o fragmento de realidade que está sendo rejeitado no passado remoto.” (FREUD, 1937, pg 286. Grifo nosso)

Os delírios dos pacientes e os “delírios” do analista – suas construções – seriam movimentos equivalentes, tentativas de explicação que – poderíamos acrescentar – podem atuar como curas, quando não esbarram nas condições de uma psicose, por exemplo, mas põe em marcha a subjetividade em direção a novas configurações.

Assim, a arte, a criação, teriam o dom de pôr a subjetividade em movimento. Se isso vale para a clínica, porque não valeria para os textos? É certo que a clínica e a presença do analista instauram uma transferência muito mais intensa, mas a transferência do texto não deve ser desprezada. Afinal, ela deve ter parte no processo que faz a psicanálise comentar ainda hoje os textos freudianos.

* * * *

5. Criatividade e função alfa

Alguns anos mais tarde, na esteira dessas construções freudianas, Bion proporá um modelo da mente humana baseada justamente no exercício de acolhimento e criação, resumidos nas figuras do continente-conteúdo. A. Ferro faz uma boa apresentação desse tema ao dizer que

“Toda mente, ao nascer, necessita de uma outra mente para poder se desenvolver. Esse desenvolvimento se dá através de um jogo de projeções e introjeções. Angústias e sensorialidades primitivas são evacuadas na mente da mãe (identificação projetiva) e, depois de “tratadas e bonificadas” pela função alfa materna, são devolvidas à criança transformadas em elementos figuráveis (elementos alfa) juntamente com o método para tratá-las (função alfa).” (FERRO, 2005, pg 29)

Isto é, para Bion a mente seria exatamente esse “algo” capaz de acolher sensorialidades ou angústias, “bonificá-las” (ou “digerí-las”) através da função alfa, e devolvê-las, após, como elementos figuráveis, junto com o método dessa transformação.

É interessante notar como Bion propõe conceitos insaturados, isto é, sem uma definição exaustiva, deixando margem para que o uso dos mesmos e a criação possam ir, aos poucos, preenchendo os “espaços vazios” do conceito. Trata-se de uma aposta no uso, isto é, na produtividade do conceito, mais do que em sua veracidade, seguindo o espírito freudiano que apresentamos mais acima.

O conceito de “função alfa” seria um desses conceitos algo vazios mas que, no nosso caso, parece útil para designar o processo que buscamos caracterizar a partir do estilo de escrita freudiano. Numa palavra, a prática de Freud, tanto na clínica quanto na escrita, não seria um exemplo “em ato” da psique enquanto “função alfa”?

Na análise, segundo A. Ferro, caberia ao analista exercitar esse papel acolhedor / transformador – função alfa – com o paciente, de acordo com os vários níveis de prejuízo da função alfa do mesmo. O analista funcionaria como uma espécie de “ego auxiliar”, exercendo uma função alfa que o paciente, por algum motivo, não pode executar para si mesmo.

Não é exatamente essa a postura que Freud, como escritor, assume diante de nós, seus leitores? Isso explicaria parte de seu estilo, sua “camaradagem”, a ausência de distância entre o autor e o leitor… por outro lado a própria aposta na produtividade do artístico em detrimento da veracidade poderia ser expressão dessa “função alfa” freudiana.

Essa seria também uma característica de suas inovações clínicas, a começar pela própria escuta, num momento em que a fala das histéricas não obtinha crédito algum – escutar as histéricas seria uma forma de exercício da “função alfa” nascente. Também a regra “fundamental” da associação livre, segundo a qual caberia ao paciente “dizer tudo”: não supõe ela, por outro lado, que o analista possa “acolher tudo”?

A capacidade de Freud de transformar os problemas que encontra em novos desenvolvimentos poderia ser outro exemplo ainda. Foi assim com a hipnose – cujo abandono levou Freud a criar um substituto, o método da associação livre -, com a transferência – vista como um obstáculo à análise, mas depois compreendida como maior aliado dessa – com a agressividade…

Isto é, ao acolher a dificuldade e “escutar” suas razões, por assim dizer, Freud sempre conseguiu transformar um problema em ganhos para a clínica e para a teoria. Traduzindo isso em termos bionianos, é como se Freud se deixasse afetar pelo problema, digerisse essa situação e extraísse, ao final, um novo dado, uma nova configuração. Nesse sentido, a clínica seria tanto mais “verdadeira” quanto mais integrasse os problemas à sua visão do processo analítico.

* * * *

Para finalizar, essa capacidade de entrar em sintonia com o paciente, que Freud parece utilizar também para criar uma sintonia com o leitor, é para Ferro fundamental no processo de análise, e talvez explique a eficácia de terapias tão diversas como as que hoje existem.

De fato, num momento em que a chamada “era das escolas” parece haver passado[9], e a “produtividade” da análise, seus resultados, volta a ser mais importante do que a sustentação a todo custo da veracidade da escola X ou do “ verdadeiro Freud” da escola Y, cabe perguntar até que ponto a eficácia da clínica freudiana deveu-se justamente à qualidade da relação que Freud sabia instaurar com seus pacientes – e também, porque não, com seus leitores.

BIBLIOGRAFIA

Freud, S. (1893). Charcot. Trad. Sob a direção de Jayme Salomão. Rio de Janeiro, Imago, 1996. (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v.III).

Freud, S. (1895). Estudos sobre histeria. Trad. Sob a direção de Jayme Salomão. Rio de Janeiro, Imago, 1996. (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v.II).

Freud, S. (1937). Construções em análise. Trad. Sob a direção de Jayme Salomão. Rio de Janeiro, Imago, 1996. (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v.XIII).

Ferro, Antonino. (2005). Fatores de doença, fatores de cura. Trad. de Marta Petricciani. Rio de Janeiro: Imago

Holt, Robert. (1989). Freud reappraised: a fresh look at psychoanalytic theory. Nova York e Londres: Guilford

Mezan, Renato. (2014). O tronco e os ramos: estudos de história da psicanálise. São Paulo, Companhia das Letras

Roustang, François. (1980). “Du style de Freud”, em …Elle ne lâche plus. Paris: Minuit, pp. 9-46

Souza, Paulo Cezar. (2010). As palavras de Freud: o vocabulário freudiano e suas versões. São Paulo, Companhia das Letras, 2010.

 

Notas

 

1 – SOUZA, 2010, pg 82
2 – SOUZA, 2010, pg 36
3 – Exemplo citado por SOUZA, op. cit. fls 32, mas existem vários outros.
4 – SOUZA, op. cit., pg 32
5  – ROUSTANG, citado por SOUZA, pg 50
6 – MEZAN, 2014, pg 230
7 – HOLD, appud SOUZA, pg 58
8 – SOUZA, op. cit., pg 33
9 – Ao menos para um dos grupos em que Mezan divide a psicanálise atual, cf MEZAN, 2014, pg 53.

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